Olhava ao redor, e não via, não sentia.
Talvez nem esperasse mais...
Nem que ainda pudera...
Que ainda vivia...
Doce presença, até na ausência, ou à distância.
Entraste pela fresta aberta em minha janela,
e apossara-se de meus sentidos.
Olhara-me adormecido, e velara por mim.
Trancara-se em minha vida, em meus pensamentos.
Fizera-me buscar novos rumos.
E retomar sentimentos...
Estes à muito esquecidos,
de longe... Adormecidos...
Tocara de leve meu rosto, e me acordara...
Suave, me despertara, me alegrara...
Ah, doce brisa da manhã...
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De onde vem tanta inspiração, hein? rsrs
ResponderExcluirSimplesmente lindo!
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