quarta-feira, 4 de março de 2009

Ondulando...

Nas ondas que passam, por cima das rochas...
Sob a crista desta que arrebenta como uma doce explosão - se doce pode ser uma explosão.
Assim o é... Assim pode ser.
Em todo caso o acaso da dúvida que pode pairar, ou apenas deixar fluir, como todo o mar.
Nem emergir, nem afundar...
Somente deixar levar-se, e boiar...
Assim, suave, com a mais leve brisa.
Ou bruto, viril, com o sopro forte.
Mesmo cercado pela mais dura das rochas, um caminho há de encontrar
E assim seja, meio amargo, meio doce...
Mas há de se libertar!

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