Há dias sem sol feito noite.
Noites escuras e pálidas.
Impolidas, feito corte de acoite.
Sombrias e pouco ávidas.
Assim passam os dias
E as noites se vão
Rasgando como ferida
Sem calor ou canção
O frio é estar sem ninguém
Pior é não saber amar
Ainda que mero alguém
Que não corresponde ao chamar
As horas incertas irão
Ao tempo deixar de ser dor
Só quem não tem opção
Que nunca sentiu o amor.
Amar é estar sempre pronto
Deixar é viver sem razão
Amar é esperança no peito
Amar é ter um coração
Noites escuras e pálidas.
Impolidas, feito corte de acoite.
Sombrias e pouco ávidas.
Assim passam os dias
E as noites se vão
Rasgando como ferida
Sem calor ou canção
O frio é estar sem ninguém
Pior é não saber amar
Ainda que mero alguém
Que não corresponde ao chamar
As horas incertas irão
Ao tempo deixar de ser dor
Só quem não tem opção
Que nunca sentiu o amor.
Amar é estar sempre pronto
Deixar é viver sem razão
Amar é esperança no peito
Amar é ter um coração
O amor não se vai, nunca morre e a distância não pode esfriar.
Pois amar é ter fé, é saber esperar.
Apenas quem já sentiu seu sabor, seu acolhedor paladar pode imaginar.
Não importa em que língua, cultura, credo ou idade. É uma chama imortal.
O amor é assim... Rima com flor, com calor e até com dor.
Pois sem seu valor, não somos nada mais que um simples espectador.
Vem trazer alegria, toda a fantasia que faz-nos a criança de outrora.
Se for correspondido, sublime é a emoção que inunda e transborda.
E quando platônico, faz-nos criança a sonhar, desenhar e apenas amar.
Pois é egoísta, e nos toma de assalto, se apossa de vez e faz-nos delirar.
Mas é cheio de fé! E um lugar qualquer que o possa acolher, pode ter certeza que irá ficar.

Já passou o tempo