Estive ouvindo vozes demais.
Agora vejo, não ouço mais.
Foi um tempo que não volta atrás.
Sigo adiante, o destino se faz.
Faz-se sereno, calmo e tranquilo.
Como canção de ninar, apenas sibilo...
De sorriso largo, de alma no cio
Sem pressa e constante, suave ao frio.
Ao frio que congela a mais pura alma
E nem todo calor do mundo aquece ou acalma
Nem neve ou gelo, nem sol nem calor,
é cantiga de roda falando de amor.
Passou, já foi! Agora, nem sei mais.
O que era não é, o que fez se desfaz.
Foi belo, foi feio agora nem vejo.
De olhos fechados é apenas desejo.
Rimei, cantei, suspirei, sussurrei
Lidei, voei, viajei e batalhei.
Também sofri, e muito sorri.
E contra o tempo implacável, eu vivi!
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Ainda vai admitir que está apaixonado!
ResponderExcluirTurbilhão de sentimentos que nos deixa confuso meu caro poeta será que podemos chamar essa incerteza de amor? Bom dia.
ResponderExcluirQue bonitinho! rs...
ResponderExcluirE dançou também... rsrsrs...
ResponderExcluirFalei pessoalmente, mas não posso me furtar de deixar aqui os meus Parabéns! Lindo!
Bjoo