Alguns dizem que ela é maravilhosa.
Outros nem tanto.
Há quem não goste também.
Mas é inevitável.
Quando menos esperamos, ela faz-se presente.
Quando forte, pode parecer um furacão.
Faz sofrer, chorar, até dói em partes que nem sabíamos existir.
Quando suave, vem chegando como uma brisa.
Até alegra-nos, melancolicamente, talvez.
Que traga-nos nossa infância de volta.
Que revire nossos baús.
Que venham os melhores momentos,
como replays de nossos queridos.
Ainda assim, prefiro-a como uma leve brisa,
apenas agraciando, sutil e morna...
-Mostre-me como aproveitei minha infância.
E assim continuarei, para daqui a mais alguns anos
tê-la sempre comigo, reavivando-me, regozijando-me
a alma, com mais e mais replays de como sempre fui feliz.
E sabia disso!
Ah... Saudade...
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