quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Sol e velas, rumo a outra noite.




Ao repente escurecem os céus. Afunda-se o chão
E nesse momento aqui estou. Inerte.
Vazio nos olhos e lagrimas no coração.




Quem sabe o tempo que passou?
Quanta gente ficou, e foi.
Quanto sonho se sonhou?

Vago caminhar, de quem fica.
De quem precisa do abraço
Nas manhãs não se habita

Seria fácil se calmas fossem todas
Como as manhãs de domingo

Manter-se em tranquilidade
Ser livre, todas as noites.
Ser criança em qualquer idade

Então, deixo-me levar
Carreguem-me as ondas
Irei fundo neste mar.

Talvez precise viajar
Ver o mundo, quem sabe...
Ou apenas velejar

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