quarta-feira, 21 de julho de 2010

Manhã sem estação














Logo amanhece... E a saudade vem...
Pois estaria mais completo, mais esperto;
Ao lado de quem tanto quero bem.
Sorrisos, já não mais são radiantes;
A lua, de longe e brilho incerto;
E o Sol nem mais tão flamejante.
Seria impreciso o brilhar
Restara vagar ao luar
As folhas que caem ao vento
Refletem o tenso lamento
Descascam mais uma estação
Agora não é mais verão
É simples, confuso;
É feio e macambúzio.
É melancólico assim:
Te ver tão longe de mim...

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