
Atrevo-me à palidez de meu rosto
sem cor, nem forma
Abstêmio...
E teus olhares, corroendo-me, lascivos.
Sou todo perdido, quando estou aqui.
Suor incontido nos poros, verdades que brotam dos lábios
Estivera tão perto de mim, como não vias?
Tão fulgurante presença embriaga minha mente
E arremete a um mundo bandido, indigente
Destroça-me em delírios
Enevoa-me em libidos
Então,
Debulho-te. Arpejo-te
Em vão.
Sobrevoa minha alma, e atormenta
Separa-te de mim, e vá
Deixe-me em paz
E até nunca mais...
...Solidão.

muito em breve um Oásis...
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