quinta-feira, 9 de julho de 2009

Partida

Como não ser difícil a partida?
Sempre é assim, dolorida
Que aferroa e deixa ferida
Como não sofrer na despedida?

Mas não pense que é só você
Dois lados o têm a perder
E pode o tempo passar sem ver
Pode até não deixar-se abater

Ao mero acaso do inevitável
Cicatrizado será o saber
Uma fonte inesgotável
Do que faz aprender a viver

Pois não se deixa vencer
Aquela que não vai morrer.
Esperança, assim eu lhe rogo:
Fazer do adeus, Até logo!

2 comentários:

  1. Entre amores e despedidas... Nos diga poeta sobre o que escreves! Serão sentimentos e situações ou devaneios carregados de emoções? Tem nome e sobrenome aquilo que é postado ou é apenas um modo de pensar que é retratado? Alivia sua alma e conduz seus sentimentos ou é o amor que desejas? Ou é um lamento?
    Acompanho-te durante um tempo e a curiosidade não me deixa calar... Conte a mim e a seus leitores o que o blog tem a falar...
    Bjs!!!

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  2. Speak up, poet!!!! Speak up for us!!! rsrsrs

    Ah: PARABÉNS PELO POST!!! LINDO!!!

    Bjoooooooo

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