Gentes que matam e morrem que ficam e passam e matam a sede no ribeirão.
Vivendo sem rumo, levando tão a sério o destino quanto à origem de seus sonhos.
Sonhando com tudo que sabe que não virá, e nem fazendo nada para isso mudar.
Passando seus dias sonhando com o que não pode e nunca terá.
Sem nada viver, sem nada criar.
Criando rugas, regando sementes de maus pensamentos.
Semeando a intolerância e incompreensão de tudo o que pode.
E ainda assim dizendo que não dá pra ser feliz...
E como poderia dar?

É vero!
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